Objetivo é popularizar informações para diminuir preconceito e estigma em torno da doença
No bate-papo, o neuropsicofarmacologista vai apresentar marcos históricos, como o início do uso do fenobarbital, há mais de 100 anos, e a introdução da carbamazepina e do valproato, há cerca de 60 anos. O primeiro é o medicamento mais antigo, ainda em uso, e os últimos são os mais seguros, embora ambos apresentem efeitos adversos.

Dirigida a não-especialistas, a live organizada pelo Agere, grupo de ações de extensão educativas relacionadas à epilepsia, será transmitida pelo Youtube. Haverá emissão de certificado para os participantes inscritos e o cadastro pode ser feito clicando aqui.
Redação: Assessoria de Comunicação do ICB