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Veículo de Comunicação: O Presente Rural - 11 de novembro de 2019

 


Veículo de Comunicação: Revista Business - 12 de novembro de 2019

 

 Aprimoramento da gestão do negócio rural, organização da produtividade e melhoria nos resultados obtidos são reflexos das ações desenvolvidas pelo Projeto “Encadeamento Produtivo Aurora Alimentos – Sebrae/SC: suínos, aves e leite”, executado em parceria de entidades e cooperativas.

Essas contribuições chamaram a atenção de empresários rurais de Minas Gerais que conheceram, nesta semana, as atividades desenvolvidas na região Oeste catarinense. A comitiva mineira, composta por 34 participantes, conheceu o case da Cooperativa Central Aurora Alimentos com ênfase nas condutas de auxílio aos produtores cooperados e na atuação do setor de avicultura. A apresentação ocorreu no auditório do Frigorífico Aurora Chapecó I (FACHI), em Chapecó.
 
Na sequência, a missão técnica esteve na Cooperativa Regional Itaipu em Pinhalzinho, onde acompanhou a explanação sobre a trajetória de uma família rural do município, premiada como empresa de excelência em gestão. De acordo com a analista técnica do Sebrae/MG Simone Lacerda a missão técnica integra as ações do plano de capacitação do Encadeamento Produtivo, que está sendo implantado na região de Pará de Minas (MG), que possui a maior concentração de produção de suínos e aves daquele Estado.
 
O processo de capacitação em Minas Gerais foi iniciado recentemente e tem como foco a melhoria da qualidade de criação dos frangos, o aprimoramento da organização e da gestão da propriedade rural e o esclarecimento sobre políticas corporativas. “Escolhemos a Aurora por ser referência na produção de alimentos e pelos resultados alcançados com o suporte técnico no campo. Nosso desafio é auxiliar os produtores a separar a vida financeira pessoal da propriedade, pois eles não identificam a propriedade como uma empresa e acabam, muitas vezes, solicitando à empresa-âncora adiantamento porque não conseguem realizar uma gestão financeira eficiente”, analisou.
 
ENCADEAMENTO PRODUTIVO
 
O projeto visa desenvolver microempresas e empresas rurais e urbanas de pequeno porte da cadeia de valor da Cooperativa Aurora, com vistas à ampliação de negócios entre eles, a melhoria na competitividade das empresas envolvidas, habilitando-as ao atendimento das exigências dos mercados nacional e internacional.
 
Entre as ações desenvolvidas estão: programa no campo fase I – de olho na qualidade; no campo fase II – gestão da qualidade rural; sustentabilidade aplicada em empresas rurais; capacitação para técnicos; resgate de olho na qualidade; missões empresariais; feiras de negócios; seminários e outros eventos.
 
De acordo com o coordenador dos programas de qualidade da Aurora, Joel Pinto, o case da Coopercentral tem despertado a atenção em todo o Brasil, por instigar a curiosidade sobre que é ofertado de diferenciado aos produtores rurais que os tornam mais produtivos, com uma melhor gestão do negócio e uma propriedade organizada. “São 21 anos de trabalho, no qual o programa vem contribuindo para que as pessoas permaneçam no campo com renda e qualidade de vida.
 
Esse know-how instiga o interesse, pois conseguimos mostrar ao produtor a viabilidade do seu negócio, o que reflete também na manutenção do jovem no campo. Pesquisa com as famílias participantes do programa revelou que mais de 60% das pessoas têm menos de 43 anos, ou seja, o meio rural ainda é jovem e temos muito trabalho a realizar”, argumentou ao antecipar que em 2020 será a primeira vez em que todas as cooperativas do Sistema Aurora participarão do projeto.
 
EXEMPLOS MINEIROS
 
O gerente administrativo da Granja Brasília, Adilson Augusto dos Santos Júnior, explicou que a empresa fundada em 1970 é uma integradora com ciclo completo no setor de aves (matrizes, incubatórios, fábrica de rações e abatedouro), situada em Pará de Minas (MG). Conta com 150 produtores rurais integrados, 2,5 mil funcionários e realiza o abate de 180 mil aves/dia, sendo 33% de produção própria e 67% da integração.
 
“A missão técnica contribuirá para a compreensão da importância do produtor gerir a propriedade como uma empresa, com controles e indicadores sobre o lucro e o que é necessário melhorar. Com isso, também conseguiremos estimular os produtores a investirem em tecnologia, e assim, todos crescem juntos”, comentou.
 
O médico veterinário e empresário rural João Luis Teixeira tem uma propriedade de 106 hectares no município de Maravilhas (MG), com atuação na avicultura (há mais de 20 anos) e na bovinocultura com experimento científico de cruzamento (há 13 anos), com orientação da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) e da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). A Fazenda Gaia aloja 48 mil aves por remessa.
 
“Essa visita na região Oeste catarinense despertará o interesse dos produtores rurais a investirem na profissionalização da atividade. Além disso, os conhecimentos adquiridos poderão ser replicados em nosso Estado de maneira economicamente sustentável”, analisou Teixeira ao destacar a iniciativa da Granja Brasília em viabilizar a missão técnica e gerar aprendizado.
 
Teixeira relatou que alguns produtores rurais utilizam galpões com pressão negativa para o alojamento de aves, em função de condições climáticas. “Vejo essa medida com temeridade, porque não apresenta os resultados esperados, há pouca tecnificação e é necessário adequar a engenharia para ajustar a temperatura e a umidade do aviário. Por isso ,defendo que o avanço tecnológico representa o melhor desempenho econômico na produção”, argumentou.
 
AVICULTURA AURORA
 
O gerente de avicultura da Aurora Alimentos Luis Carlos Farias apresentou a estrutura da Coopercentral no segmento de aves, que compreende: sete unidades fabris, quatro fábricas de ração e três incubatórios. “Das onze cooperativas filiadas, sete atuam no setor, isso resulta no alojamento de 35 milhões de frangos e mais de um milhão de animais abatidos/dia” ressaltou ao explicar também sobre os controles de biossegurança e os trabalhos desenvolvidos pelos técnicos no campo.
 
Farias esclareceu dúvidas dos participantes da missão técnica a exemplo do custo da produção e os incentivos e a remuneração aos produtores rurais. Para ampliar a produção regional, Farias explicou que setor está migrando do modelo de pequenos aviários para grandes estruturas. Também destacou a importância do vazio sanitário para manter o controle de doenças e assegurar a saúde dos animais alojados.
 
PARCEIROS
 
O “Encadeamento Produtivo Aurora Alimentos – Sebrae/SC: Suínos, Aves e Leite” é desenvolvido em Santa Catarina com as parcerias do Senar, Sescoop, Sicoob, Fundação Aury Luiz Bodanese, Cooperalfa, Itaipu, Auriverde, Coolacer, Copérdia, Caslo, Cooper A1 e Coopervil. No Rio Grande do Sul, conta com a parceria do Sicredi, Cooperalfa, Cooper A1 e Copérdia. No Paraná participam a Cooperalfa, Copérdia e Cocari e, no Mato Grosso do Sul, Coasgro e Cooperalfa.

Veículo de Comunicação: Minas Faz Ciência Infantil - 11 de Novembro de 2019
 
Os mini porcos estão sendo adotados cada vez com maior frequência pelas famílias brasileiras como animais de estimação. Inicialmente utilizados para pesquisa, conquistaram casas e corações de muita gente por aí.
 
Porém, como todo animal doméstico, estes bichinhos fofos precisam de atenção especial. “Os mini pigs são menores que os porcos normais, mas se assemelham a eles em comportamento e proporção”, afirma o professor da clínica de animais silvestres da escola de veterinária da UFMG, Marcelo Carvalho.
 
O professor Marcelo esclarece que estes animais são resultado de cruzamento de raças pequenas de porcos normais selecionadas geneticamente. Grande parte das raças tiveram origem no mini porco de Minnesota (Hormel), desenvolvida em 1949 nos EUA. Outras raças utilizadas foram: Goettingen, Sinclair, Pitman-moore, Hanford (derivada de Pitman-moore), Yucatan, Minisib, entre outras. Independente da raça, são animais que passaram por uma seleção genética para possuírem as características desejáveis para um animal pet.
 
Mateus Ribeiro, dono de um mini pig, contou aos profissionais da escola de veterinária que teve que aprender muitas coisas sozinho, porque os vendedores não dão as informações necessárias quando querem vender o bichinho. É preciso estar ciente de que nem tudo é fofo e delicado nestes animaizinhos!
 
O maior problema apontado por Mateus é o mau comportamento dos mini pigs enquanto não são treinados e acostumados. “Os porquinhos gritam sempre que estão com fome, se forem mal acostumados vão acordar o dono pela noite. Eles são fortes e podem destruir tudo”, alerta.
 
Então vamos enumerar os cuidados necessários para não ter problemas quando adquirir o seu porquinho de estimação.
 
1 ESPAÇO E CONVIVÊNCIA
 
Ter um bom espaço disponível é fundamental para a saúde destes pets. “Um mini porco necessita de um mínimo de 10 metros quadrados, com muita sombra e assentos separados para dormir, alimentar e usar o banheiro além de espaço suficiente
para se exercitar e brincar”, afirma o professor Marcelo.
 
Além disso, mini porcos não devem ser mantidos no mesmo ambiente que cachorros. Tal cuidado se faz necessário, porque há relatos de cães que atacaram os mini porcos sem motivo aparente, mesmo após anos de convivência. Outro animal que nem sempre se dá bem com os porquinhos, é o cavalo. Desta forma, se optar por ter várias espécies em convivência, procure mantê-los em locais apropriados, com a devida distância.
 
2 ALIMENTAÇÃO
 
A dieta de um animal pet não é a mesma de um animal da fazenda. A dieta do mini porco baseia-se em ração peletizada específicas para seu consumo e que são importadas. “Atualmente, o Brasil não possui uma formulação nacional para a nutrição específica destes animais e, assim, aqueles que não possuem acesso a uma ração estrangeira, baseiam a nutrição em alimentos naturais como legumes, carnes, vegetais e frutas, aliados à uma ração comercial de suíno para balancear os nutrientes necessários”, explica o professor Marcelo.
 
3 DOENÇAS
 
Existem as doenças categorizadas como zoonoses, ou seja, doenças que passam do animal para o ser humano e que podem acometer os mini porcos. Dentre as principais zoonoses estão: meningite estreptocócica, a influenza, a leptospirose, a brucelose,  as micobacterioses, a erisipelose, dentre outras e as parasitárias incluem a triquinelose, toxoplasmose, tungíase e cisticercose. Dr. Marcelo ressalta a importância de vacinar regularmente o animal e fazer visitas ao médico veterinário.
 
4 HIGIENE
 
Trata-se de um animal muito limpo que sabe se adaptar a fazer suas necessidades ao ar livre. Se for necessário que ele faça em casa, é recomendável a utilização de caixas. A limpeza regular do local em que ele faz suas necessidades é muito importante.
“Se você deixar o animal dormir ao ar livre, ofereça feno ou palha suficiente. Já o cuidado com as unhas pode ser omitido se os mini pigs realizarem o desgaste regularmente em uma superfície dura” explica Marcelo.
 
5 BANHO
 
Se a escovação não for suficiente e o mini porco tiver que ser lavado, isso deve ser feito com água morna e sem produtos de higiene pessoal ou de limpeza. Nos dias quentes de verão, eles adoram tomar banho para se refrescar. Marcelo aponta
também outro cuidado para o verão: “Nos dias de muito sol, especialmente os porcos cor-de-rosa devem ter uma sombra disponível, porque são mais propensos a sofrer queimaduras solares do que os mini pigs pretos.”
 
Além destes cuidados básicos, é preciso ter em mente que os mini-pigs estão, legalmente, sujeitos a todas as regras que se aplicam à agricultura. Isso inclui regulamentações apropriadas para cercar o local, alimentar, relatar problemas de saúde para instituições reguladoras e abate obrigatório pelo estado no caso de uma epidemia.
 
Com informações da assessoria de imprensa da Escola de Veterinária da UFMG

Veículo de Comunicação: BHAZ - 1 de novembro de 2019

 Uma força tarefa coordenada pelo MPMG (Ministério Público de Minas Gerais) realizou uma ação em Sabará, na região metropolitana de Belo Horizonte, no último dia 16 de outubro para resgatar pitbulls que viviam em situação de maus-tratos em um sítio. Ao todo, 47 animais foram encontrados no local: 29 já foram retirados e esperam agora por um novo lar. Os outros 18 que ainda estão no sítio devem ser resgatados em uma nova etapa da operação.

 

O dono do sítio, que é um policial civil, firmou termo de compromisso com o MPMG para melhorar as condições dos animais que ainda estão no local. No entanto, a lentidão nas melhorias prometidas tem causado preocupação, assim como a dificuldade para conseguir lares adotivos para os animais resgatados.

ONG’s de proteção animal, clínicas veterinárias e faculdades que fazem parte da força tarefa coordenada pelo Ministério Público estão abrigando temporariamente os animais resgatados, mas Anelisa Ribeiro Cardoso, promotora de justiça que integra a equipe envolvida no caso, lembra que essa solução não é definitiva. “É  necessária a destinação dos que já foram reabilitados para adoção responsável, para que haja espaço para acolher os demais”. Os interessados em adotar devem preencher um formulário. Clique aqui para acessar.

À medida em que esses animais forem encaminhados para adoção responsável, os outros 18 que ainda estão no sítio poderão ser resgatados e passar pelo processo de avaliação veterinária e ressocialização, para, então, serem disponibilizados para adoção. 

Entenda o caso

A primeira ação de resgate dos pitbulls aconteceu no dia 11 de julho organizada pela 2ª Promotoria de Justiça de Sabará, com o apoio da Coordenadoria Estadual de Defesa da Fauna (Cedef), do Núcleo de Combate aos Crimes Ambientais (Nucrim) e da Central de Apoio Técnico (Ceat) do MPMG. Na ocasião, três cães em estado grave foram encaminhados para o Hospital Veterinário da UFMG.

A operação contou com o apoio da Polícia Militar de Meio Ambiente e da Corregedoria da Polícia Civil. Foram mobilizados 40 policiais civis e militares, duas promotoras de Justiça, sete médicos veterinários e quatro auxiliares de veterinária. 

Depois dessa primeira ação, o dono do sítio assinou um Termo de Ajustamento de Conduta preliminar, onde se comprometeu a adotar medidas para assegurar o bem-estar dos cães e enviá-los para adotantes qualificados indicados pelo Ministério Público.

A segunda etapa da operação aconteceu quatro dias depois, em 16 de julho, quando membros do Conselho Regional de Medicina Veterinária, acompanhados de ONGs protetoras de animais e policiais, voltaram ao local e resgataram mais 13 cães. Em agosto, mais uma fase da operação resgatou mais alguns animais e constatou que as condições não haviam mudado e os animais ainda estavam ao relento, presos por correntes grossas e sem alimentação. Eles ainda tinham feridas e cicatrizes em várias partes do corpo, estavam em local úmido e com água suja.

No dia 16 de outubro, a equipe foi mobilizada novamente, mas a operação não foi concluída pois não havia ninguém no sítio para permitir o acesso.

Maus-tratos

Praticar ato de abuso, maus tratos, ferir ou mutilar animais é crime previsto em lei federal. A pena pode variar de três meses a um ano de prisão e multa, podendo ser aumentada se o crime causar a morte do animal.

 

Acesse a matéria completa 


Veículo de Comunicação: Revista Encontro - 5 de novembro

 Ao serem adquiridos, os mini porcos são exatamente tudo aquilo que os donos sonharam: pequenos, peludinhos e alegres. Deste modo, é quase impossível não ficar apaixonado por esses bichinhos, também chamados de mini pigs. Mas, se os donos não tomarem os devidos cuidados com a alimentação deles, o que é um pequeno pet pode acabar tornando-se uma enorme dor de cabeça.

 
Rafael dos Santos, sócio responsável pelo criadouro especializado Oinque Mini Pigs, de Belo Horizonte, explica como alimentá-los corretamente, para evitar problemas: "São animais bem preguiçosos e que comem bastante. Cabe ao tutor colocar a quantidade correta e regular as refeições", diz. Com mais de sete anos de experiência no segmento, o criador recomenda que sejam utilizadas rações feitas à base de farelo de milho, como a de coelho, evitando assim as rações para suínos comuns, pois elas são feitas pensando na engorda do animal.
 
O empresário aconselha, ainda, que os mini porcos sejam alimentados três vezes por dia e sempre na mesma hora. De acordo com ele, o ideal é 50g por refeição, até os seis meses de idade, e 100g após essa fase. "Respeitar o horário é crucial para que o animal consiga assimilar que existe uma rotina. Assim, ele entende que não vai ter comida toda vez que pedir".
 
Sobre os petiscos, Rafael dos Santos destaca que eles devem ser usados como uma recompensa para reforçar os bons comportamentos dos pets, e não como alimentação. Maçã, cenoura e melancia são alguns dos petiscos preferidos, de acordo com o criador.
 
Saiba mais sobre os mini porcos
 
Eduarda Lacerda Schucko e Gabriel Abreu Nunes, alunos da Escola de Veterinária da UFMG, realizaram, sob a orientação do professor da instituição, Marcelo Carvalho*, uma pesquisa sobre a criação de mini porcos. Os estudantes explicam que esses animais se diferenciam dos suínos tradicionais por terem sido selecionados geneticamente para possuírem um tamanho menor do que o de porcos criados para o abate. 
 
Ainda de acordo com eles, apesar de, nos primeiros meses de vida, os porquinhos serem tão pequenos que podem caber na palma da mão, eles não continuam assim para sempre, pois, quando adultos, chegam facilmente aos 50 cm de altura, podendo pesar, nessa fase de vida, entre 35 e 50 kg - o equivalente a um cão de grande porte.
 
Mini porca famosa no Instagram
 
Os porcos são animais bem pequenos após o nascimento, dificultando o reconhecimento daqueles que são de fato mini porcos. Existem vários relatos de pessoas que ganharam ou compraram um porquinho e, hoje, dividem a casa com um pet de com dezenas de quilos. 
 
Esse é o caso de Esther, uma das "porquinhas" mais famosas do mundo. Ela foi doada ao escritor americano Steve Jenkins, por uma amiga dele, em 2012. À época, a mulher que disse não ter espaço na casa para a mini porca de 6 meses de idade. Entretanto, uma ida ao veterinário mostrou que ela era uma porca comum, com absolutamente nada de mini. Hoje, Esther possui mais de 500 mil seguidores no Instagram e cerca de 200 quilos.
 
Famosos e os mini porcos
 
O comportamento inteligente e carinhoso dos mini porcos já conquistou o coração de diversas celebridades, como Paris Hilton e David Beckham. Durante a década de 90, o ator George Clooney chegou a terminar dois relacionamentos por conta do seu porquinho Max. O pet costumava dormir na mesma cama do galã, desagradando profundamente a atriz Elizabeth Daily e a modelo Celine Balitran.
 
*Marcelo Pires Nogueira de Carvalho é professor do Departamento de Clínica e Cirurgia da Escola de Veterinária
 
 
 

 


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