Saiu na Imprensa

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Veículo de Comunicação: Portal de Notícias Agrosoft Brasil - Agronegócio sustentável
 
Você sabe quanto tempo leva para um girino se tornar uma rã adulta? Ou como são desenvolvidos produtos a partir da carne desse animal? As técnicas da criação de rãs foram implementadas no curso de Aquacultura da UFMG durante o último ano, e o “De Olho nos Bichos”, programa em parceria com a Escola de Veterinária da UFMG, foi até o ranário da Unidade para entender as etapas da ranicultura.
 
Fonte: TV UFMG

Veículo de Comunicação: Portal de notícias G1 - 26 de outubro de 2018

 

Apalpar as mamas e a castração precoce podem ajudar na prevenção.

Gatas e cadelas podem ter câncer de mama. Apalpar as mamas e a castração precoce podem ajudar na prevenção. Os cursos de medicina veterinária da PUC Minas participam neste sábado (27) do Outubro Rosa Pet.
 
O evento é produzido pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e conta com a parceria de outras instituições de ensino superior da Região Metropolitana de Belo Horizonte.
 
Atendimento será feito pelos alunos dos cursos de veterinária da PUC e da UFMG.
 
  • PUC Minas Betim - atendimento a cadelas e gatas
No centro de estudos em clínica e cirurgia de animais, das 9h às 12h.
 
  • PUC Minas BH
Gatas na Rua Santa Rita Durão, 1.160 - das 9 às 16h.
 
Cadelas na Praça JK - Bandeirantes - das 9 às 16h.
 
Em Belo Horizonte, a prefeitura faz a castração gratuita. Basta fazer o agendamento. Para mais informações, acesse o site.
 

Veículo de Comunicação: Portal de notícias Hora Brasil - 26 de outubro de 2018
O Programa de Residência em Medicina Veterinária da Escola de Veterinária da UFMG está recebendo inscrições de interessados em pleitear uma das 29 vagas. As oportunidades são distribuídas em 12 áreas de concentração.
 
A pós-graduação tem duração do curso é de dois anos, com carga horária semanal de 60 horas e dedicação exclusiva. O médico veterinário selecionado receberá bolsa mensal de R$ 3.330,43.
 
Os residentes atuarão no Hospital Veterinário da UFMG, na Fazenda Experimental Professor Hélio Barbosa, em Igarapé, e na Gerência de Controle de Zoonose da Prefeitura de Belo Horizonte.
 
Como se inscrever na seleção do programa de residência em medicina veterinária
 
As inscrições já estão abertas e seguem até o dia 5 de novembro de 2018. Interessados deverão preencher o requerimento de inscrição, optando por apenas uma área de concentração.
 
A seleção será realizada em duas etapas. Na primeira, haverá prova de conhecimentos gerais em Medicina Veterinária específica na área de concentração escolhida e em saúde pública; na segunda, estão previstos exame teórico-prático e análise curricular.
 
Mais informações sobre o processo seletivo podem ser obtidas no edital.
 
Vagas no programa de residência em Medicina Veterinária da UFMG
 
Anestesiologia em Animais de Companhia 2 (duas)
Clínica Cirúrgica em Animais de Companhia 5 (cinco)
Clínica Médica e Cirúrgica de Grandes Animais 1 (uma)
Clínica Médica de Animais de Companhia 5 (cinco)
Clínica Médica de Equinos 2 (duas)
Clínica Médica de Ruminantes 2 (duas)
Diagnóstico por Imagem em Animais de Companhia 2 (duas)
Patologia Animal 2 (duas)
Patologia Clínica Veterinária 4 (quatro)
Sanidade e Diagnóstico de Doenças Animais e Zoonóticas 1 (uma)
Saúde Pública com ênfase em Zoonoses e Controle Populacional de Cães e Gatos 1 (uma)
Saúde Pública com ênfase em Interface Saúde Humana e Silvestre 2 (duas)
 
Agenda da seleção do programa de residência em Medicina Veterinária da UFMG
 
Inscrições 05/10 a 05/11/2018
Prazo final para o recolhimento da taxa de inscrição 05/11/2018
Prazo final para solicitação de condição adequada para realização da prova por candidato com necessidade especial 30/10/2018 Prazo final para solicitação de isenção de inscrição 23/10/2018
Prazo final para comunicação por e-mail, pela Secretaria do PRIMV, do resultado da avaliação de isenção de inscrição, aos solicitantes 26/10/2018
Prova 1ª Etapa 25/11/2018
Divulgação do gabarito da 1º Etapa 25/11/2018
Prazo para recursos contra questões da prova da 1ª Etapa 27/11/2018
Divulgação do resultado da 1º Etapa 28/11/2018
Divulgação do resultado definitivo da 1ª Etapa 29/11/2018
Entrega do Curriculum Vitae comprovado pelos candidatos aprovados na 1º Etapa 03/12/2018
Prova 2ª Etapa (Prova teórico-prática) 03/12/2018 e 04/12/2018
Resultado da 2ª Etapa 10/12/2018
Prazo para recursos contra o resultado da 2ª Etapa 12/12/2018
Resultado final 14/12/2018
Matrículas – 1ª Chamada 18/02/2019
Matrículas – 2ª Chamada 20/02/2019
Data final da entrega do registro profissional pelos aprovados (CRMV-MG) 01/03/2019
Devolução do Curriculum Vitae dos candidatos não selecionados 11/03/2019
Início do Programa 01/03/2019
Prazo final de convocação de excedentes 04/03/2019
 

Veículo de Comunicação: Jornal O Tempo - 19 de outubro de 2018

Pesquisa mostra que esse tumor afeta 45% das cadelas e cerca de 30% das gatas

 
Lisley Alvarenga
 
Outubro Rosa é um mês em que inúmeras campanhas se dedicam a chamar a atenção para as altas taxas de incidência do câncer de mama entre as brasileiras e para a importância do diagnóstico precoce para aumentar as chances de cura. Mas o que muitas pessoas não sabem é que, assim como nas mulheres, o câncer de mama é uma doença bem comum entre os pets, principalmente nas fêmeas.
 
Levantamento feito pelo Conselho Federal de Medicina Veterinária estima que esse tipo de tumor afete 45% das cadelas e, aproximadamente, 30% das gatas. Já pesquisas feitas pelo Laboratório de Patologia Comparada da UFMG revelam que 85% desses tumores mamários são malignos e cerca de 17% das cadelas que são diagnosticadas já estão com estágio avançado da doença, evoluindo para óbito em até sete meses após a retirada total da mama.
 
A falta de informação sobre o assunto faz com que muitos tutores não saibam perceber quando algo vai mal com seus pets e, com isso, eles não procuram os especialistas no momento certo. É importante saber que a lógica do “quanto antes melhor” também funciona para os peludos.
 
“Como a Madu é muito alérgica e faz tratamento de pele, nós sempre a levamos para avaliação no veterinário. Há alguns anos, ela teve que tirar o útero e o veterinário me alertou sobre a possibilidade de ela desenvolver câncer de mama. Em janeiro deste ano, fomos levá-la para vacinar, e acabamos descobrindo o nódulo. Ela fez uma cirurgia e, depois, teve que fazer quimeoterapia. Graças a Deus, hoje ela está curada”, agradeceu a aposentada Cláudia Cruz, 59, tutora da Madu, uma linda cadela da raça charpi, de 10 anos.
 
Diagnóstico precoce
 
De acordo com a professora em medicina veterinária da PUC Minas em Betim e especialista em oncologia veterinária pelo Instituto Bioethicus Luciana Wanderley Myrrha, detectar a doença precocemente é crucial para reduzir a taxa de mortalidade dos cães e
dos gatos.
 
“Quando os tutores não têm condições para levar os animais para avaliações periódicas, e não recebem as orientações para realizarem a apalpação das mamas em casa, os animais acabam sendo levados para atendimento somente quando os nódulos já estão maiores. Cadelas com nódulos menores de três centímetros costumam ter melhor diagnóstico. Nas gatas, o câncer de mama é mais agressivo, independentemente do tamanho. A maioria dos nódulos nessa espécie são malignos, com alto potencial de metástase”, explicou Luciana.
 
Caso o tutor identifique algum nódulo no seu pet, deve levá-lo para a consulta com o veterinário. “O profissional capacitado realizará a avaliação, e, com isso, conseguirá indicar o melhor tratamento para o animal”, finalizou.
 
Prevenção
 
Apalpar as mamas dos animais, assim como a mulher realiza o autoexame, é uma forma de os tutores detectarem os nódulos nos bichos. Na maioria das vezes o crescimento do nódulo demora um pouco, mas, depois disso, passa a causar dor, feridas na pele e, até mesmo, secreções nos mamilos. “O exame clínico minucioso, feito por um veterinário, também é importante para descobrir a doença de forma precoce. A partir dos sete anos, é indicada uma avaliação semestral preventiva em cadelas e gatas. A doença é rara em machos, mas também pode ocorrer”, alertou a veterinária Luciana Myrrha.
 
 
 

Veículo de Comunicação: Portal de Notícias UOL - 18 de outubro de 2018

 A Carne na Lata é produzida e vendida pela empresa Xavante Alimentos, de Divinópolis (MG)

Claudia Varella
 
Você já ouviu falar em carne na lata? É um pernil suíno frito e submerso em banha de porco, dentro de uma lata. Está pronto para o consumo. A técnica é do tempo da vovó, na época em que não havia geladeira para conservar o alimento. A Carne na Lata é produzida e vendida pela empresa Xavante Alimentos, de Divinópolis (MG).
 
 
Segundo Maria Fernanda Victaliano, 56, curadora de conhecimento da indústria de alimentos e bebidas do Sebrae-SP, conservar a carne submersa em gordura de porco na lata é um método muito antigo, mas o procedimento exige cuidados.
 
“Este método de conservação da carne é correto, desde que a empresa faça o manuseio adequado do produto, siga todas as normas da Vigilância Sanitária e compre a carne de abatedouro reconhecido pelo SIF (Serviço de Inspeção Federal)”, afirmou.
 
Empresa diz que tem autorização, mas muda versão depois
 
O empresário Douglas Tavares, 35, dono da Xavante, disse inicialmente para o UOL que tinha a certificação do Sisbi-Poa (Sistema Brasileiro de Inspeção de Produtos de Origem Animal), do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.
 
Consultado pelo UOL, o ministério negou a informação. Confrontado com esse dado, o empresário mudou sua versão.
 
Ele então disse que o processo de pedido de selo no Sisbi-Poa havia sido suspenso pela empresa para se adequar a uma mudança de norma.
 
Ele declarou que a regra anterior exigia aprovação de órgãos federais para venda de produtos alimentícios artesanais em todo o país. Mas a lei 13.680, publicada em junho deste ano, permitiu que os produtos sejam vendidos se houver aprovação sanitária nos
estados de origem.
 
O empresário afirmou que, por isso, suspendeu o processo de certificação federal e que terá o selo estadual em janeiro de 2019.
 
Questionado por que inicialmente havia dado outra versão (de que possuía o selo), afirmou que era essa a última informação que tinha de seu consultor para o tema, e que, depois do questionamento do UOL, foi atualizado da situação.

Prato é servido desde 1972 em restaurante
 
Tavares afirmou que desde 1972 seus pais já serviam o prato no restaurante Xavante, de propriedade da família, no quilômetro 126 da MG-050, rodovia que corta a cidade mineira. Em 2004, eles decidiram iniciar a produção em larga escala da Carne na Lata.
 
O investimento inicial foi de R$ 40 mil. No ano passado, a empresa faturou R$ 700 mil. O lucro foi de R$ 130 mil.
 
A Xavante Alimentos vende, em média, 2.000 unidades de seus produtos por mês, em sete estados, sendo que a Carne na Lata representa 80% das vendas. Seus clientes são empórios, padarias, restaurantes e supermercados.
 
A Carne na Lata é vendida em dois tamanhos: de 900g (R$ 22) e de 3,4 quilos (R$ 60). O preço sugerido para revenda ao consumidor final é de R$ 35 e R$ 85, respectivamente. Outros produtos da empresa são: paçoca de carne na lata (500g), que custa R$ 6 (R$ 11,50 na revenda) e banha suína (800g), que sai por R$ 7,80 (R$ 12,50 na revenda).
 
 
 
 

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