A médica Mayara Gomes Rocha e a analista financeira Mariana Parreiras perderam dois cachorros no último mês após os animais ingerirem petiscos da marca Bassar em Minas Gerais Minas Gerais (original name) Minas Gerais . Elas foram as primeiras a denunciar o caso depois da morte dos bichinhos, chamados de Wals e Bud, o que levou a novos relatos de outros tutores.

Segundo a Polícia Civil de Minas Gerais Minas Gerais (original name) Minas Gerais , mais de 54 animais morreram em 11 estados e no Distrito Federal após a ingestão de produtos da marca.

“A gente (ficou) o tempo todo lutando contra o tempo, que só piorava os quadros deles e foi extremamente rápida [as mortes]. Até os veterinários especialistas se assustaram, falaram com a gente que tinha uma coisa muito errada”, disse Mayara ao Fantástico, da TV Globo. Mariana disse que outros três cachorros da família passaram mal após a ingestão dos petiscos da marca. A mulher reforçou que a vida dos animais não pode voltar, no entanto, a empresa deve arcar com os custos que elas tiveram com os cachorros. “Nossa família não vai ser reconstruída. O que a gente perdeu aqui ninguém vai ressarcir, mas a reparação de todas as despesas que a gente teve, os gastos, claro que a gente e a gente espera. É o mínimo que eles podem fazer pela gente.”

Exames feitos nos corpos de Wals e Bud pela Escola de Veterinária da UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais Minas Gerais (original name) Minas Gerais ) apontaram que os cristais visualizados nos túbulos renais dos animais são “compatíveis com cristais de oxalato de cálcio”. “Quantidades elevadas de cristais nos túbulos renais é indicativo, sugestivo de intoxicação por etilenoglicol [uma substância tóxica]”, disse Felipe Pierezan, professor de patologia veterinária da UFMG.

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